A reforma tributária no futebol reacende debate entre clubes e SAFs ao redefinir a carga fiscal aplicável às entidades esportivas no Brasil a partir de 2027.
A sanção da etapa final da reforma, com vetos do Poder Executivo, alterou as expectativas do setor e trouxe impactos distintos para clubes associativos e para as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs).
Em entrevista à Gazeta do Povo, Raphael Lavez analisa como os vetos impactam tanto as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) quanto os clubes associativos.
Raphael destaca os efeitos práticos da nova lógica de tributação sobre o consumo e os riscos de aumento da carga efetiva no setor.
A reforma tributária no futebol reacende debate entre clubes e SAFs justamente por combinar aumento de carga, incertezas regulatórias e decisões estratégicas de longo prazo. Esses temas exigem análise técnica cuidadosa e acompanhamento constante.
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